domingo, 17 de março de 2013

Quatro gerações

Tivemos visita da Alemanha neste fim-de-semana e passamos uma tarde muito agradável no Yacht Club Santo Amaro.
Reuniram-se quatro gerações encabeçadas pela Avó Oma Gerda, seus filhos, netos e bisnetos.
Estiveram no encontro boa parte da família e demos muitas risadas. Os netos e bisnetos que não falam português, os netos e bisnetos que não falam alemão mas de alguma forma todos se entenderam com gestos, inglês e alemão arranhado, espanhol e até rolou um francês. As crianças, de início tímidas, depois acabaram por se entender.
As fotos abaixo foram tiradas pela minha nora Letícia e minha sobrinha Lilian:




















quinta-feira, 14 de março de 2013

Meu notebook

Meu notebook fofíssimo e muito amado foi parar no estaleiro. O HD entrou em greve. Que susto quando apareceu apenas uma mensagem ameaçadora de que o computador estava em alto risco e não dava mais para entrar. Parou por completo.
Nunca imaginei que isto poderia acontecer mas aconteceu. Que frustração. Tão bonitinho e quebrado...
Ficou uma semana no conserto e trocaram o disco rígido e agora está tudo prontinho de novo pensava eu poi meu filho instalou o backup para mim e assim não teria muitos problemas.
Minha nossa! Tive de configurar tudo de novo.Uso o Google Chrome e tive de fazer na unha novamente todos os meus  sites favoritos embora meu filho tenha dito que dá para recuperar no site deles. Minha ignorância não permitiu. Não domino tão completamente os mistérios da informática.
Feito isto, e olha que demorou um bocado, tive de reinstalar a impressora que sempre funcionou bem.  mas agora resolveu que os cartuchos, originais de fábrica, são incompatíveis. Que é isso? Deixei para resolver o problema no dia seguinte pois já estava meio tonta de tanto trabalhar. Descobri que havia apenas um probleminha que resolvi com a compra de cartuchos novos.
Entrei no editor de texto para testar se tudo estava em ordem e aí surgiu um novo problema. Meu notebook é americano e pelo visto o novo HD também é pois lá se foram todos os acentos e cedilhas brasileiras. Nada batia com nada.
Nova tarefa: descobrir novamente como se faz para configurar o teclado pois fiz isto há alguns anos atrás quando meu amado note chegou e já não lembrava mais. Toca a desbravar o sistema de idiomas e teclados e descobrir a duras penas e muito tempo gasto que o português é português do Brasil mas com características de "Estados Unidos International". Não entendi a questão mas consegui resolver. Tenho novamente os acentos e a cedilha. Com chancela americana, vai entender.
Fui instalar o MSN mas agora é Skipe e esta parte não me deu problemas pois foi rapidinho. Só preciso aprender a mexer nessa novidade mas parece que é bem fácil. Amigos, me chamem!
Agora meu notebook está  novamente funcionado como se deve e voltou à categoria de fofíssimo.

terça-feira, 12 de março de 2013

Cachorrada

Uma obra de arte: cãezinhos basset ou dachshund especialmente selecionados por um artista, representaram uma comissão do Alto Comissariado dos Direitos Humanos da Onu em Toronto, no Canadá.
Esta obra do artista australiano Bennet Miller ficou exposta durante uma semana e deseja remeter a uma justiça universal.












sexta-feira, 8 de março de 2013

Um brinde para o Dia da Mulher

Eis um desenho de Vincent van Gogh que bem podemos usar para comemorar o Dia Internacional da Mulher: "Duas mulheres no balcão" , de 1885, feito com giz preto, vermelho e azul sobre cartão.


quinta-feira, 7 de março de 2013

terça-feira, 5 de março de 2013

Embalagens

Porque há embalagens tão difíceis de serem abertas? Volta e meia compro algum produto que depois não consigo abrir.
Isto sem falar nos potes de vidro que vem com a tampa tão apertada que preciso esquentar água numa panelinha e dar uma fervida na tampa para conseguir abrir. Concordo que devam ser bem travados para conservar o produto, mas não bastava não apertar tanto e colocar um lacre de plástico, como muitos já fazem? Na grande maioria dos casos os potes são usados por mulheres que comandam a cozinha e não tem força de Hércules. Dá uma trégua, vai?
As vezes vem embalagens que simplesmente não tem como abrir.
Dia desses comprei um queijo Minas frescal Tirolez que veio dentro de um pote de plástico com uma tampa totalmente impossível de se abrir. Tinha uma abinha que não funcionava e não dava para puxar. Tive de meter a faca no plástico e cortei meu dedo. Doeu, viu! Tive de cortar o pote com tesoura!! Tive vontade de ligar para o serviço de atendimento da empresa mas acabei ficando com preguiça. Simplesmente vou deixar de comprar o queijo quando vier neste potinho. Pelo site deles diz que é lançamento de embalagem termoformada. Belo nome para um pote com tampa impossível.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Todo mundo de preto

Corriam os inícios do anos 80 e tínhamos uma inflação aceleradíssima no Brasil. Se não me engano era coisa de 80% ao mês. Os salários mensais que eram pagos não davam nem para quinze dias e tínhamos de nos virar para fechar o mês. Todo mundo aplicava no assim chamado overnight para tentar esticar o dinheiro.
As leis trabalhistas não conseguiam alcançar a rapidez da aceleração da inflação para reajustar os salários e  lá pelas tantas instituíram um tal de gatilho salarial que dava reajuste automático. Mas nunca era o suficiente. As perdas salariais eram grandes e as insatisfações imensas.
Nesta época eu trabalhava num escritório de engenharia consultiva e gostava muito de lá. 
Lutava para sobreviver e hoje olhando para trás não sei mais dizer como consegui. Aliás, como todos conseguiram.
Um belo dia neste escritório de engenharia correu o boato de que naquele mês a empresa não pagaria o tal gatilho salarial e todos ficaram preocupados e revoltados.
Assim também eu. Fiquei imaginando como expressar meu desagrado e comentei com minhas colegas de biblioteca e de departamento que no dia do pagamento deveríamos vir todos de preto para expressar protesto. 
Foi muito interessante o que aconteceu: os colegas mais próximos, únicos a ouvir minha proposta, espalharam a ideia  e a coisa tomou rumos alarmantes. Todo mundo do imenso escritório comentava e houve até uma secretária de um departamento distante do meu que contou toda prosa que recebeu incumbência do seu chefe de espalhar a ordem de vir de preto no dia do pagamento. Fiquei até com medo e pedi aos meus colegas que não contassem a ninguém que eu havia inventado a história.
Chegado o dia do fatídico pagamento realmente bastava passear pela empresa para verificar que todos, salvo pequenas excessões, estavam de roupas pretas. Tudo escuro e todo mundo comentando. 
Fiquei abismada com a força do boato que se alastrou mas a verdade é que não adiantou nada pois não recebemos o gatilho mas comentou-se muito que a diretoria ficou  assustada com a coesão dos funcionários.